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As caras da região!

28/07/2020

Quem vive este encontro dos bairros Moinhos de Vento com Floresta, onde está localizado o Quintal Moinhos, novidade da TGD, se apaixona pela região por diferentes motivos.

Personagens que circulam pelas ruas da vizinhança - e dão a cara para região - compartilham suas percepções, memórias e vivências pelas ruas do entorno do empreendimento em depoimentos exclusivos ao blog.

“Há mais de 30 anos moro aqui, entre Moinhos e Floresta. Durante toda a adolescência, bem no coração do bairro, circulava pelos pontos preferidos: Associação Leopoldina Juvenil, Parcão, Colégio Bom Conselho. Minhas amigas e eu. Sempre a pé e com a liberdade que o bairro permite.

Anos depois, consegui centralizar no bairro, também, minha nova casa e meu negócio. Passando a rotina para casa, trabalho, banco, restaurantes e praças. De novo, tudo a pé e curtindo cada cantinho, cada novidade, além dos clássicos do bairro.

Hoje, moro no Floresta, também conhecido como Baixo Moinhos. E, cada quadra que muda, traz junto novos recantos, amigos e descobertas. Aqui, a gente mantém os hábitos de antigamente. Parece cidade pequena: cuidamos dos vizinhos e acompanhamos as famílias crescerem e os novos pets chegarem.”
Amanda Py, designer

“Cada vez que passo pela Cristóvão Colombo, agora mais do que nunca para chegar o Capincho, visito memórias guardadas com carinho: o restaurante chinês dos meus avós aberto e movimentado, as idas frequentes à Cobal, a esquina da lanchonete que nem existe mais, as caminhadas até o escritório da minha mãe em cima do então Banco Meridional.

Muita coisa mudou, mas a região mantém viva essa essência de bairro. O comércio de rua ainda sobrevive e traz a sensação de vizinhança. A gente encontra “velhos desconhecidos” todos os dias: aqueles que almoçam todos os dias no mesmo restaurante que a gente, fazem suas compras nos mesmos lugares ou cruzam com a gente pela calçada. 

O Capincho não está no Moinhos e nem no Floresta. Está pertinho. Mas me proporciona passar, diariamente, por esta região tão especial”.
Flavia Mu, do Capincho Bar e Restaurante

“Esse bairro me encanta e não é de hoje. Nos anos 1980, passei a trabalhar aqui perto, no São Geraldo, e já morava no Centro. E, naquela época, voltava pra casa a pé sempre cruzando essas ruas. Cada dia uma diferente: Visconde do Rio Branco - onde depois teve início a Patissier -, Travessa Mercedes, a ruazinha ao lado da Igreja São Pedro, Félix da Cunha, Doutor Timóteo. Essas ruas todas faziam parte do meu dia, pois sempre fazia questão de andar a pé ali.

Eu ficava curioso sobre esse bairro, mais calmo e tão arborizado. Depois de sair do emprego para uma experiência no exterior, de volta ao Brasil, em 1997, abri a Patissier e me estabeleci aqui no bairro, num primeiro momento na Visconde do Rio Branco, numa casa com uma monstra figueira na frente que até já foi derrubada. Tudo já era muito familiar pra mim.

É uma região bacana demais que se pode imaginar o que existe atrás das janelas, quem mora, pode aproveitar o comércio local. Tem tudo aqui. Eu ia muito no Valter, que é aqui próximo, e no Tempero Rosa, onde tem o melhor pastel da cidade. Frequento desde sempre o Zaffari. 

Hoje, a Patissier está na Marquês do Pombal. E quando resolvi mudar de esquina, mudei de bairro. Passei do Floresta para o Moinhos de Vento. Eu tenho uma predileção pelo simples e aqui encontrei isso. Alguns dizem que simples é sofisticação. Então já não sei”.
Marcelo Gonçalves, da Patissier

 

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